Nem Washington nem Bruxelas – e, por extensão, os países membros da CEE – querem uma guerra comercial entre os Estados Unidos e a Comunidade Europeia. Todavia, o conflito, de consequências imprevisíveis, poderá rebentar no final deste mês, se entretanto as duas partes não alcançarem um acordo em torno das profundas divergências que se registam.